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O professor da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Luiz Antônio Bogo Chies, foi convidado pela agência internacional de notícias Sputnik para analisar a situação da pena de morte no mundo. A reportagem está disponível na íntegra no site da Sputnik Brasil

De acordo com os dados apresentados no texto, 2020 marca uma queda global da aplicação da pena de morte no mundo. Quatro países, Irã, Egito, Iraque e Arábia Saudita, foram responsáveis por 88% do total de 483 execuções contabilizadas em 18 países que aplicaram esse tipo de pena, dentre eles, os Estados Unidos (EUA). 

Recentemente, os políticos conservadores americanos vêm demonstrando – de forma inédita até então – o interesse em abolir esse tipo de pena nos EUA. A reportagem convidou o professor da UCPel para analisar as possibilidades reais do término das execuções em um dos países considerados como ‘desenvolvido’ pelo mundo.  

Mesmo sem ter pena de morte, o docente da UCPel reforça à reportagem a necessidade de também olhar à realidade do Sistema Prisional do Brasil, visto a quantidade de mortes existentes em presídios. “Cada vez que uma pessoa é colocada na prisão no Brasil, o Estado está admitindo que esta pessoa está sendo exposta ao risco de morrer. No Brasil as prisões matam, e essas mortes parecem pouco importar”, conclui.

Grupo de pesquisas

Na UCPel, Chies lidera o Grupo Interdisciplinar de Trabalho e Estudos Criminais-Penitenciários (GITEP), responsável pela realização de inúmeras pesquisas sobre questão penitenciária, segurança pública e populações segregadas. O grupo ainda é responsável pela realização de cursos sobre execução penal e de ações de extensão universitária para a população carcerária e seus familiares.  

No site do Gitep é possível conhecer mais sobre a atuação do grupo. 

Redação: Rita Wicth – MTB 14101

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